Da Redação

Vítima de 25 anos, que não sabia nadar, conseguiu retirar a criança da água antes de se afogar; bombeiros realizaram reanimação e transporte aéreo ao Hugol

Um homem de 25 anos precisou ser reanimado pelo Corpo de Bombeiros após se afogar enquanto tentava salvar uma criança no Rio Meia Ponte, em Goiânia. A ocorrência foi registrada na manhã desta sexta-feira (4), nas proximidades do Setor Estrela Dalva.

Segundo informações repassadas por testemunhas aos militares, um grupo de pessoas estava reunido às margens do rio quando uma criança começou a se afogar.

Mesmo sem saber nadar, o homem decidiu entrar na água para socorrê-la. Ele conseguiu retirar a criança do rio em segurança, mas, logo depois, acabou se afogando.

Pessoas que estavam no local conseguiram retirar o homem da água e acionaram o Corpo de Bombeiros.

Vítima sofreu parada cardiorrespiratória

Uma equipe do Grupamento de Ações e Respostas Rápidas (Garra) foi enviada para atender a ocorrência. Ao chegar ao local, os militares constataram que o homem estava em parada cardiorrespiratória.

Os bombeiros iniciaram imediatamente as manobras de reanimação cardiopulmonar. O atendimento também contou com uma equipe da Viatura de Intervenção Rápida (VIR), composta por médico e profissionais especializados.

Após os procedimentos realizados pelas equipes de emergência, os socorristas conseguiram reverter a parada cardiorrespiratória.

Devido à gravidade do estado de saúde, o homem precisou ser intubado ainda no local.

Homem foi levado de helicóptero ao Hugol

Depois de ser estabilizada, a vítima foi encaminhada para atendimento hospitalar pela equipe aeromédica do Corpo de Bombeiros.

O transporte foi realizado em um helicóptero da corporação até o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o homem permaneceu sob cuidados médicos na unidade hospitalar.

Apesar da gravidade da ocorrência, a criança que motivou o resgate conseguiu ser retirada da água em segurança. Até a última atualização, não haviam sido divulgadas informações sobre eventual necessidade de atendimento médico à criança.