Da Redação
A ex-primeira-dama de Goiás, Gracinha Caiado (União Brasil), aparece na liderança da corrida pelas duas vagas ao Senado Federal nas eleições de 2026, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (30). O levantamento mostra que a disputa pela segunda cadeira permanece aberta, com Vanderlan Cardoso (PSD), Dr. Zacharias Calil (MDB) e Gustavo Gayer (PL) tecnicamente próximos nas intenções de voto.
No cenário estimulado, em que cada entrevistado pode escolher dois candidatos para o Senado, Gracinha Caiado registra 20% das intenções de voto. Na sequência aparecem o senador Vanderlan Cardoso, com 10%, e o deputado federal Dr. Zacharias Calil, com 9%. Gustavo Gayer também soma 9%, configurando um empate técnico na disputa pela segunda vaga. Gustavo Mendanha (PRD) aparece com 6%, enquanto os demais nomes testados não ultrapassam 1%.
O levantamento revela ainda um elevado número de eleitores sem definição. Ao todo, 31% dos entrevistados disseram estar indecisos, enquanto 12% afirmaram que pretendem votar em branco, anular o voto ou não escolher nenhum candidato. Os números indicam que quase metade do eleitorado ainda não consolidou sua decisão para a eleição ao Senado.
Quando considerada apenas a primeira opção de voto, Gracinha amplia a vantagem e alcança 27% das intenções. Gustavo Gayer aparece com 14%, seguido por Vanderlan Cardoso, com 13%, e Dr. Zacharias Calil, com 12%, formando um bloco competitivo na disputa pelas duas cadeiras que estarão em jogo em 2026.
Na simulação do segundo voto, Gracinha Caiado mantém a liderança, com 12%. Vanderlan Cardoso registra 7%, Dr. Zacharias Calil aparece com 6% e Gustavo Mendanha também alcança 6%. Nesse cenário, o índice de indecisos sobe para 46%, indicando que a segunda escolha do eleitor ainda está bastante indefinida.
Os resultados da pesquisa apontam que Gracinha Caiado larga em posição favorável na corrida ao Senado, enquanto a definição da segunda vaga permanece em aberto. O alto percentual de eleitores indecisos indica que o cenário ainda pode sofrer alterações ao longo da campanha eleitoral.





