RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – A influenciadora e cozinheira Isabella Scherer, 30, revelou que foi diagnosticada com toxoplasmose no início da gestação. Ela tornou o caso público recentemente e contou que recebeu o resultado positivo quando estava com cerca de dez semanas de gravidez.

“Eu descobri a toxoplasmose e não tinha nem anunciado a gestação. Acho que devia estar com umas dez semanas. Quando saiu o primeiro exame positivo, no fim do dia, eu chorei e fiquei desesperada”, relatou.

Como havia a possibilidade de um resultado falso positivo e uma viagem internacional marcada, Isabella entrou em contato com o obstetra e refez os exames em outros laboratórios. “Liguei para o meu obstetra e fui a outros dois laboratórios. Saí correndo desesperada”, afirmou a campeã do MasterChef Brasil (Band) de 2021.

A preocupação tem explicação. Sem tratamento, a toxoplasmose pode ser transmitida ao feto e provocar complicações, como lesões oculares, alterações neurológicas e até aborto espontâneo. Segundo Isabella, o diagnóstico precoce impediu que a infecção atingisse o bebê.

“Eu peguei cedo e fui acompanhando os anticorpos e a infecção. O chute é que consegui detectar nos três primeiros dias. Dei muita sorte”, disse a influenciadora, que está no oitavo mês de gestação de Tom, seu terceiro filho com Rodrigo Calazans, 40. O casal também é pai dos gêmeos Mel e Bento, de 3 anos.

Após compartilhar a experiência, Isabella recebeu mensagens de apoio, mas também enfrentou críticas nas redes sociais.

Em um dos vídeos, ela afirmou que não sabe como ocorreu a infecção e levantou hipóteses, entre elas uma refeição na casa do pai, o ex-nadador olímpico Fernando Scherer, conhecido como Xuxa, que cria gatos.

Ela ressaltou, porém, que a pediatra explicou que a contaminação também pode ocorrer por meio de caixas de areia frequentadas por crianças. “Eu não sei onde me contaminei. Nessa gestação, estava muito mais atenta com saladas e carnes cruas. Deve ter sido isso”, afirmou.

Depois da repercussão, Isabella acusou um veículo de comunicação de distorcer sua fala e reforçou que não responsabilizou os felinos pelo contágio. “Tinha mil comentários agradecendo por explicar e não culpar os felinos. Aí um veículo distorceu tudo o que falei e vocês replicam isso sem assistir ao depoimento real”, escreveu.

Após o nascimento, Tom será submetido a exames para descartar a transmissão vertical da infecção. Caso haja confirmação de contaminação, o tratamento prevê o uso de antibióticos durante o primeiro ano de vida.