Da Redação
O senador Flávio Bolsonaro (PL) poderá iniciar a campanha presidencial de 2026 com cerca de 20% menos tempo de propaganda eleitoral gratuita na televisão e no rádio em comparação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), caso não consiga ampliar sua base de apoio partidário. O cenário decorre da distribuição do tempo de propaganda, que leva em consideração o tamanho das bancadas federais dos partidos e das federações que integram cada coligação.
Atualmente, a pré-campanha do senador enfrenta dificuldades para atrair novos aliados após o enfraquecimento das negociações com partidos como União Brasil e PP. A perda desses apoios reduziu a possibilidade de ampliar o tempo destinado ao candidato no horário eleitoral gratuito.
Diante desse cenário, integrantes do PL intensificaram as conversas com o Republicanos. A avaliação de aliados é que uma eventual aliança entre as siglas poderia equilibrar a disputa pelo tempo de televisão e rádio, chegando até mesmo a proporcionar uma pequena vantagem sobre a coligação do presidente Lula.
O tempo de propaganda eleitoral é considerado estratégico, principalmente para alcançar eleitores de menor renda e regiões onde a televisão aberta e o rádio continuam sendo importantes meios de informação durante o período de campanha. Por isso, a ampliação da coligação é vista como prioridade pela equipe de Flávio Bolsonaro.
As articulações partidárias seguem em andamento durante o período das convenções eleitorais, quando serão oficializadas as candidaturas e as alianças para a disputa presidencial de 2026. Até a definição das coligações, a distribuição do tempo de propaganda ainda pode sofrer alterações.






