Da Redação
Uma nova pesquisa AtlasIntel em parceria com a Bloomberg indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno da disputa pela Presidência da República. Segundo o levantamento divulgado nesta quarta-feira (1º), Lula registra 48,8% das intenções de voto, enquanto Flávio soma 42,3%, abrindo uma vantagem de 6,5 pontos percentuais.
O resultado representa uma mudança em relação à rodada anterior da pesquisa, realizada em abril, quando os dois apareciam tecnicamente empatados, ambos com 48% das intenções de voto.
Cenário de primeiro turno
No levantamento para o primeiro turno, Lula também lidera a disputa, alcançando 46,3% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 36,6%.
Na sequência estão Renan Santos, com 7,8%, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), com 2,9%, e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 2%. Os demais candidatos não atingiram percentuais expressivos.
Mudança no cenário eleitoral
A pesquisa aponta uma recuperação de Lula na comparação com os levantamentos anteriores. Em março, Flávio Bolsonaro chegou a aparecer numericamente à frente do petista em um cenário de segundo turno, embora ambos estivessem empatados dentro da margem de erro. Em abril, houve empate de 48% para cada candidato. Agora, o presidente volta a abrir vantagem sobre o adversário.
Como foi realizada a pesquisa
O levantamento da AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 4.999 eleitores em todo o país entre os dias 26 e 30 de junho. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Cenário segue em aberto
Apesar da vantagem registrada por Lula nesta rodada, o cenário eleitoral ainda pode sofrer alterações até a eleição presidencial. A campanha oficial ainda não começou, e os partidos continuam discutindo alianças e definindo estratégias para os próximos meses.
Os resultados refletem o momento da coleta dos dados e não representam uma previsão do resultado das urnas, mas um retrato das intenções de voto do eleitorado no período em que a pesquisa foi realizada.








