Carol do Amiltinho foi a mais votada; MDB terá a maior bancada da Assembleia Legislativa na próxima legislatura

Os eleitores de Goiás definiram neste domingo (4) os 41 deputados estaduais que irão compor a Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) a partir de fevereiro de 2027. Os parlamentares terão mandato de quatro anos, até janeiro de 2031.

Carol do Amiltinho (MDB) foi a candidata mais votada para o Legislativo estadual, com 109.002 votos. Na segunda colocação ficou Fabrício Rosa (PT), com 81.540 votos, seguido por Issy Quinan (MDB), que recebeu 73.433 votos.

A nova composição da Alego terá representantes de 16 partidos e combina nomes que conseguiram renovar seus mandatos com novos parlamentares que chegarão à Casa pela primeira vez.

MDB terá a maior bancada

O MDB será o partido com o maior número de deputados estaduais eleitos. A legenda conquistou sete cadeiras na próxima legislatura.

O PL terá cinco representantes, enquanto PT e União Brasil elegeram quatro deputados cada.

PRD e Mobiliza terão três parlamentares cada. PSD, PSDB, Novo, Agir e Podemos ficaram com duas cadeiras cada.

Cidadania, PP, Solidariedade, Republicanos e PSB elegeram um representante cada.

A distribuição mostra uma Assembleia formada por um número diversificado de legendas, mas com concentração de cadeiras nos maiores partidos.

Carol do Amiltinho lidera votação

Viúva do ex-deputado estadual Amilton Filho, Carol do Amiltinho foi o principal destaque individual da eleição para a Assembleia.

Ela recebeu 109.002 votos, correspondentes a aproximadamente 3% dos votos válidos para o cargo.

Fabrício Rosa, do PT, ficou em segundo lugar, com 81.540 votos. O terceiro colocado foi Issy Quinan, do MDB, que alcançou 73.433 votos.

Na sequência aparecem Paulo do Vale (PSD), com 72.792 votos, e Amauri Ribeiro (PL), com 69.556.

Mais da metade dos atuais deputados é reeleita

A eleição também garantiu a permanência de 22 parlamentares que já integram a atual legislatura.

Entre os deputados que conseguiram renovar o mandato estão Issy Quinan, Amauri Ribeiro, Virmondes Cruvinel, Wilde Cambão, Lineu Olimpio, Antônio Gomide, Dr. George Morais, José Machado, André do Premium e Cairo Salim.

Também foram reeleitos Jamil Calife, Charles Bento, Bia de Lima, Talles Barreto, Wagner Neto, Eduardo Prado, Paulo Cezar Martins, Anderson Teodoro, Alessandro Moreira, Henrique César, Gustavo Sebba e Rubens Marques.

Os demais 19 eleitos não fazem parte da atual composição da Assembleia e representarão uma renovação significativa no Legislativo estadual.

Veja os 41 deputados estaduais eleitos

Os parlamentares estão relacionados abaixo em ordem de votação:

  1. Carol do Amiltinho (MDB) — 109.002 votos
  2. Fabrício Rosa (PT) — 81.540 votos
  3. Issy Quinan (MDB) — 73.433 votos
  4. Paulo do Vale (PSD) — 72.792 votos
  5. Amauri Ribeiro (PL) — 69.556 votos
  6. GCM Romário Policarpo (Cidadania) — 55.337 votos
  7. Virmondes Cruvinel (União Brasil) — 53.821 votos
  8. Lineu Olimpio (MDB) — 53.569 votos
  9. Wilde Cambão (União Brasil) — 53.550 votos
  10. Antônio Gomide (PT) — 51.747 votos
  11. Dr. George Morais (MDB) — 51.528 votos
  12. José Machado (PSDB) — 49.950 votos
  13. André do Premium (União Brasil) — 49.718 votos
  14. Cairo Salim (MDB) — 48.192 votos
  15. Jamil Calife (PP) — 47.993 votos
  16. Lissauer Vieira (PL) — 46.056 votos
  17. Charles Bento (MDB) — 45.901 votos
  18. Kátia (PT) — 43.687 votos
  19. Dr. Amarildo (Novo) — 43.130 votos
  20. Bia de Lima (PT) — 42.980 votos
  21. Talles Barreto (União Brasil) — 41.429 votos
  22. Wagner Neto (Solidariedade) — 40.710 votos
  23. Coronel Urzeda (PL) — 40.116 votos
  24. Joscilene do Mangão (Agir) — 39.977 votos
  25. Eduardo Prado (PL) — 39.446 votos
  26. Anderson Teodoro (PRD) — 39.424 votos
  27. Paulo Cezar Martins (MDB) — 39.275 votos
  28. Graciele da Arte Trigo (Agir) — 37.252 votos
  29. Alessandro Moreira (PRD) — 36.300 votos
  30. Paulin Vai Nele (PRD) — 33.588 votos
  31. Coronel Edson Raiado (PSD) — 32.717 votos
  32. Henrique César (Podemos) — 32.364 votos
  33. Marquinho (PL) — 31.039 votos
  34. Cardoso (Republicanos) — 30.397 votos
  35. Gustavo Sebba (PSDB) — 28.231 votos
  36. Keke da Vulkanic (Mobiliza) — 25.163 votos
  37. Rubens Marques (PSB) — 24.564 votos
  38. Bessa (Mobiliza) — 23.413 votos
  39. Lucas Kitão (Mobiliza) — 22.731 votos
  40. Willian Panda (Podemos) — 21.724 votos
  41. Neto Karfan (Novo) — 18.628 votos

Nova composição da Assembleia

A formação da próxima legislatura deverá produzir uma nova correlação de forças dentro da Assembleia Legislativa.

O MDB, partido do governador Daniel Vilela, terá a maior bancada, com sete deputados. O PL, principal legenda de oposição ao governo federal e uma das forças políticas que mais cresceram no país, terá cinco representantes.

PT e União Brasil terão quatro cadeiras cada, enquanto PRD e Mobiliza contarão com três parlamentares.

A presença de 16 partidos diferentes também deverá exigir articulação entre as bancadas para a aprovação de projetos e a definição dos principais cargos e comissões da Casa.

Renovação e novos nomes

Além da permanência de 22 deputados, a próxima legislatura terá 19 novos integrantes. A renovação modifica parte do perfil da Assembleia e abre espaço para novos grupos políticos e lideranças.

Entre os nomes que chegam à Casa estão Carol do Amiltinho, Fabrício Rosa, Paulo do Vale, GCM Romário Policarpo, Lissauer Vieira, Kátia, Dr. Amarildo, Coronel Urzeda, Joscilene do Mangão, Graciele da Arte Trigo, Paulin Vai Nele, Coronel Edson Raiado, Marquinho, Cardoso, Keke da Vulkanic, Bessa, Lucas Kitão, Willian Panda e Neto Karfan.

Mandatos começam em 2027

Os 41 deputados eleitos tomarão posse em fevereiro de 2027 e serão responsáveis pela composição da 21ª Legislatura da Assembleia Legislativa de Goiás.

Durante os quatro anos de mandato, os parlamentares terão entre suas principais atribuições a análise e votação de projetos de lei, a discussão do orçamento estadual e a fiscalização das ações do Poder Executivo.

A nova composição da Alego será definida oficialmente a partir da posse dos eleitos e deverá desempenhar papel importante nas discussões sobre as políticas públicas e os investimentos do Estado ao longo dos próximos quatro anos.