Até o próximo domingo, a cidade de Cubatão, em São Paulo, é palco da 12ª edição do Fidifest, um dos principais festivais de dança do Brasil. O evento reúne bailarinos de diferentes idades e estilos, proporcionando uma plataforma vibrante para a expressão artística e o intercâmbio cultural.

O festival oferece uma variedade de atrações, incluindo apresentações, workshops e audições que podem abrir portas para uma carreira internacional. O principal objetivo do Fidifest é promover e democratizar a dança, apoiando talentos emergentes na área.

André Santos, um dos diretores e idealizadores do festival, detalha as categorias e modalidades de competição: “A estrutura do festival abrange solo, duos, trios e conjuntos, divididos em categorias infantil, infanto-juvenil, juvenil, adulta, mista, quarenta mais e master. Os estilos participantes variam de balé clássico a danças urbanas, passando por jazz dance e sapateado.”

Os prêmios incluem medalhas, troféus e um montante total de R$ 50 mil. Também existem distinções específicas para melhor coreografia, melhor bailarino e destaque em cada gênero, garantindo assim a valorização do talento diversificado presente no festival.

A avaliação das apresentações fica a cargo de uma banca de jurados composta por nomes respeitados do mundo da dança, que também oferecem workshops durante o evento. Santos explica: “Selecionamos profissionais renomados, tanto nacional quanto internacionalmente, para compor nosso júri. Eles analisam ritmo, composição coreográfica, criatividade e execução técnica.”

O Fidifest não é apenas uma competição; é uma plataforma importante para a valorização da dança no país. “Ele cria oportunidades concretas para artistas de variadas idades e estilos, promovendo formação e contato com profissionais renomados. Além disso, fortalece a economia criativa ao abrir espaço para novos talentos”, acrescenta Santos.

O festival ocorre no Teatro Municipal Zanzalá, um importante espaço cultural em Cubatão, com capacidade para mais de 300 pessoas. O nome do teatro presta homenagem ao autor cubatense Afonso Schmidt, conhecido por seu romance Zanzalá, publicado em 1938.

Fonte: Acontece no País