A REDAÇÃO
O agronegócio reúne 37 dos 255 bilionários brasileiros presentes no ranking divulgado pela Forbes em 2026. Juntos, os empresários ligados ao setor acumulam patrimônio estimado em R$ 207,7 bilhões, o equivalente a 11,2% da riqueza total registrada entre os brasileiros que aparecem no levantamento.
A maior fortuna do segmento pertence a Ricardo Castellar de Faria, proprietário da Granja Faria. Conhecido como “Rei do Ovo”, o empresário de 51 anos possui patrimônio estimado em R$ 35,1 bilhões e ocupa também a décima posição no ranking geral dos brasileiros mais ricos.
Na sequência aparecem os irmãos goianos Joesley e Wesley Batista, ligados à JBS. Cada um possui fortuna estimada em R$ 21,9 bilhões. Os empresários são filhos de José Batista Sobrinho, fundador da companhia brasileira do setor de alimentos.
Alceu Elias Feldmann, fundador da Fertipar, ocupa a quarta colocação, com R$ 19,2 bilhões. O levantamento também reúne empresários ligados a segmentos como produção de grãos, proteína animal, fertilizantes, papel e celulose e agroenergia.
Confira os 10 maiores bilionários do agro brasileiro em 2026:
- Ricardo Castellar de Faria (Granja Faria) – R$ 35,1 bilhões
- Joesley Mendonça Batista (JBS) – R$ 21,9 bilhões
- Wesley Mendonça Batista (JBS) – R$ 21,9 bilhões
- Alceu Elias Feldmann (Fertipar) – R$ 19,2 bilhões
- Liu Ming Chung (Nine Dragons Paper) – R$ 7,9 bilhões
- Blairo Borges Maggi (Amaggi) – R$ 7,2 bilhões
- Hugo de Carvalho Ribeiro e família (Amaggi) – R$ 7,2 bilhões
- Itamar Locks (Amaggi) – R$ 6,7 bilhões
- Rubens Ometto Silveira Mello (Cosan/Raízen/Rumo) – R$ 6,3 bilhões
- Marcos Molina dos Santos (MBRF) – R$ 6,1 bilhões
Fortunas somam mais de R$ 207 bilhões
Segundo o levantamento, os 255 bilionários brasileiros possuem, juntos, patrimônio de aproximadamente R$ 1,86 trilhão. Desse montante, R$ 207,7 bilhões estão associados às 37 fortunas relacionadas ao agronegócio.
Regionalmente, o Sudeste concentra o maior número de representantes do setor, com 18 bilionários e patrimônio conjunto de R$ 89,1 bilhões. O Sul aparece em seguida, com 12 nomes e R$ 57,7 bilhões.
O Centro-Oeste reúne três representantes, que somam R$ 46,6 bilhões, com fortunas principalmente relacionadas aos segmentos de grãos e proteína animal. O Nordeste também possui três integrantes na lista, enquanto outro nome do levantamento mantém sua atuação sediada no exterior.




