A partir de 1º de julho de 2026, o CNPJ alfanumérico será adotado nas novas inscrições realizadas pela Receita Federal. A mudança amplia a capacidade de geração de registros para pessoas jurídicas no país. Os números já existentes permanecem válidos e não sofrerão alterações.

Na mesma data, entram em produção as adaptações realizadas pela Secretaria da Economia de Goiás para receber o novo formato nos documentos fiscais eletrônicos. As mudanças envolvem principalmente os sistemas da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e).

O que muda com o CNPJ alfanumérico?

Prevista na Instrução Normativa RFB nº 2.119, de 2022, a alteração exigirá adequações em sistemas utilizados por órgãos públicos, empresas e desenvolvedores de software que mantêm integração com o ambiente de documentos fiscais eletrônicos da Secretaria da Economia.

A orientação é que os ajustes sejam realizados com antecedência para garantir a correta recepção, interpretação, processamento e tratamento dos arquivos XML compatíveis com o novo padrão.

Sistemas devem ser atualizados para o novo padrão

A recomendação também vale para contribuintes e empresas desenvolvedoras de software. Entre os principais pontos de atenção estão os sistemas de emissão de documentos fiscais, integrações por APIs e webservices, bancos de dados, consultas cadastrais, rotinas de validação e demais aplicações que utilizam o CNPJ como identificação das pessoas jurídicas.

Com a entrada em vigor do CNPJ alfanumérico, a atualização dos sistemas será fundamental para assegurar a continuidade das operações fiscais e a compatibilidade com os novos registros emitidos pela Receita Federal.

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Fonte: Agência Cora