Da Redação

A atriz Alanis Guillen conseguiu na Justiça uma medida protetiva contra a ex-companheira, a produtora Giovanna Reis, após relatar episódios de perseguição, ameaças e invasão de privacidade. A decisão foi tomada no Rio de Janeiro com base na Lei Maria da Penha, que também abrange casos de violência psicológica.

Segundo o processo, os problemas começaram após o término do relacionamento, ocorrido em março. A atriz afirma que passou a ser alvo de tentativas insistentes de contato, além de comportamentos considerados invasivos, como idas não autorizadas à sua residência.

Entre as denúncias, também estão ameaças de exposição de conteúdos íntimos e da vida pessoal, o que teria aumentado o temor e o desgaste emocional da artista. O caso inclui ainda relatos de que a ex-namorada teria procurado pessoas próximas, como colegas de elenco, em uma tentativa de intimidação.

Diante das evidências apresentadas, como mensagens, registros e testemunhos, a Justiça entendeu que havia indícios de violência psicológica, perseguição e constrangimento. Com isso, concedeu a medida protetiva, impondo uma série de restrições à produtora.

A decisão determina que Giovanna Reis não pode manter qualquer tipo de contato com a atriz, seja por telefone, redes sociais, aplicativos de mensagem ou outros meios. Também foi estabelecida uma distância mínima de 300 metros, além da proibição de frequentar locais ligados à rotina de Alanis, como sua casa e ambiente de trabalho.

Outro ponto importante é a proibição de exposição pública: a produtora não poderá divulgar ou comentar informações relacionadas à vida privada da atriz em nenhum canal.

Até o momento, nenhuma das duas se pronunciou oficialmente sobre o caso. Enquanto isso, a decisão judicial busca garantir a segurança e a integridade emocional da atriz diante da gravidade das acusações.