Da Redação
O ex-governador Marconi Perillo já começou a desenhar sua estratégia para a disputa pelo governo estadual e definiu o perfil que deseja ao seu lado na chapa: um nome fortemente ligado ao agronegócio.
Segundo informações de bastidores, o tucano tem deixado claro a aliados que pretende disputar exclusivamente o Palácio das Esmeraldas, descartando qualquer outro cargo nas eleições. Dentro desse planejamento, a escolha do vice é vista como peça-chave para ampliar sua competitividade.
Agro no centro da estratégia
A preferência por um representante do setor rural não é por acaso. O agronegócio tem enorme peso econômico e político em Goiás, o que faz com que a presença de um nome do segmento na chapa seja considerada estratégica para atrair apoio e dialogar com uma base eleitoral influente.
Nos bastidores, integrantes do PSDB afirmam que Marconi já iniciou conversas com possíveis nomes, embora ainda não exista definição. A ideia é encontrar alguém com representatividade no setor e capacidade de agregar força política à candidatura.
Dificuldade em encontrar nomes
Apesar do plano, a tarefa não tem sido simples. Isso porque grande parte das lideranças do agronegócio no estado já está alinhada ao grupo político liderado por Ronaldo Caiado e Daniel Vilela, o que reduz as opções disponíveis para compor a chapa tucana.
Ainda assim, há expectativa de que o nome escolhido possa surgir de regiões com forte presença do agro, como o município de Rio Verde, um dos principais polos do setor em Goiás.
Outras articulações em andamento
Paralelamente à escolha do vice, Marconi também trabalha na montagem da chapa para o Senado. Entre os nomes cogitados, aparece o de um ex-procurador do Estado, considerado uma opção competitiva para a disputa.
Com isso, o ex-governador tenta reorganizar seu grupo político e construir uma candidatura capaz de enfrentar a base governista, apostando na força do agronegócio como um dos pilares de sua estratégia eleitoral para 2026.




