A REDAÇÃO

O mercado de discos de vinil tem apresentado crescimento contínuo nos últimos anos e voltou a ocupar espaço relevante na indústria musical. Em 2025, as vendas globais ultrapassaram a marca de US$ 1 bilhão, com mais de 48 milhões de unidades comercializadas, superando com folga os CDs e consolidando quase duas décadas de expansão do formato.

Parte desse movimento é impulsionada pela chamada Geração Z, que tem aderido ao consumo de vinis não apenas pelo áudio, mas também pelo valor simbólico. Mesmo entre jovens que não possuem toca-discos, a compra é motivada pela experiência física, que inclui capas, encartes e o aspecto colecionável, associado a um sentimento de pertencimento.

Nesse contexto, a feira Vinillândia surge como reflexo desse cenário e propõe uma experiência voltada à escuta mais atenta e ao consumo desacelerado de música. O evento busca conectar diferentes gerações ao reunir elementos analógicos e contemporâneos em um mesmo espaço, valorizando tanto o aspecto cultural quanto o afetivo do vinil.

A programação inclui apresentações de DJs ao longo da tarde e noite, com sets que exploram diferentes estilos musicais. Entre os nomes confirmados estão O. Pacheco, Glauco Brandão, Rodzilla, Yasmin Lauck e Bacural.

Realizada no Centro Cultural Martim Cererê, em Goiânia, a feira se apresenta como uma alternativa cultural acessível para o fim de semana, com entrada gratuita e proposta voltada a diferentes públicos.

Serviço — Vinillândia – 1ª edição de 2026
Data: 11 de maio (sábado)
Horário: das 14h às 20h
Local: Centro Cultural Martim Cererê
Entrada: gratuita