SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A prisão de Justin Timberlake por dirigir embriagado em 18 de junho de 2024, em Nova York, voltou a chamar a atenção após a divulgação de imagens, que estavam sob sigilo, de câmeras corporais da abordagem policial naquele dia.
O vídeo foi divulgado pelo site TMZ após acordo com as autoridades locais e mostra o artista com dificuldades nos testes de sobriedade, e sua amiga jogando a carta do ‘N Sync.
Segundo o site americano, Timberlake entrou com uma ação no início deste mês para impedir a divulgação do vídeo, alegando que as imagens eram “uma invasão injustificada de privacidade pessoal”. Contudo, “a polícia de Sag Harbor anunciou que chegaram a um acordo com o artista para divulgar uma versão parcialmente editada do vídeo.”
Nas imagens, o cantor aparece em pé enquanto um policial aponta uma lanterna em seu rosto para observar seus olhos e pede para ele olhar para frente. Quando pedem para que Timberlake ande em linha reta, ele tropeça algumas vezes.
Em outro momento, o cantor diz que seu “coração está acelerado”, para justificar o nervosismo.
Em outro trecho, a polícia coloca as algemas nele, bem quando a amiga de Justin — ele tinha saído com ela e o marido dela naquela noite — aparece na cena e se oferece para dirigir o carro dele.
Embora ele não tenha resistido à prisão, a amiga do cantor ficou furiosa com os policiais levando-o sob custódia. Quando ela pergunta aos policiais se pode dar o celular para Justin, eles dizem que é contra as regras, e foi aí que ela jogou com a influência do ‘N Sync.
Depois permitem que ela fale brevemente com Timberlake enquanto ele estava sentado no banco de trás do carro da polícia, antes de levá-lo para a delegacia. Enquanto estava atrás da grade do carro do policial, Justin perguntou o motivo de estar sendo preso.
De acordo com os registros judiciais, o cantor desrespeitou uma placa de “Pare”, além de ter invadido a contramão pelo menos duas vezes.
O relatório aponta ainda que o cantor estava com “forte odor de bebida alcoólica” e teve “desempenho ruim em todos os testes padronizados de sobriedade”. Na ocasião, ele teria se declarado inocente e também teria se negado a fazer o teste do bafômetro. O músico foi liberado sem pagar fiança.
Porém, depois, com um acordo legal, ele se declarou culpado por dirigir com a “capacidade prejudicada”, não por embriaguez ao volante, pagando uma multa entre US$ 300 (R$ 1593, na cotação atual) e US$ 500 (R$ 2655).






