A REDAÇÃO
Em sua segunda semana em cartaz nos cinemas, o filme Pânico 7 segue apresentando desempenho positivo nas bilheterias mundiais. Mesmo após receber críticas negativas de parte da imprensa especializada, a produção alcançou pouco mais de US$ 149 milhões em arrecadação global até o momento, consolidando-se como a terceira maior bilheteria da franquia criada por Wes Craven e Kevin Williamson.
Com esse resultado, o longa fica atrás apenas de Pânico 6 (2023), que arrecadou cerca de US$ 166,5 milhões, e de Pânico 3 (2000), que registrou aproximadamente US$ 161,8 milhões. Na sequência do ranking aparecem Pânico 5 (2022), com US$ 137,7 milhões, o filme original Pânico (1996), com US$ 103,2 milhões, seguido por Pânico 2 (1997), com US$ 101,3 milhões, e Pânico 4 (2011), que soma cerca de US$ 97,1 milhões.
O novo capítulo marca o retorno da atriz Neve Campbell ao papel de Sidney Prescott, personagem central da série de filmes. Ausente no longa anterior, a personagem reaparece vivendo sob o nome de Sidney Evans, após se casar com o delegado Mark Evans. Na história, Sidney tenta manter uma rotina tranquila na cidade de Pine Grove ao lado do marido e das três filhas, administrando uma cafeteria e buscando manter distância do passado marcado pelos crimes associados ao assassino conhecido como Ghostface.
A narrativa também aborda o relacionamento da personagem com a filha mais velha, Tatum Evans, que demonstra insatisfação com a postura da mãe em evitar falar sobre os acontecimentos do passado. O conflito familiar ganha novos contornos quando o Ghostface ressurge e volta a ameaçar Sidney e sua família.
De acordo com a trama, o novo assassino utiliza recursos de inteligência artificial para trazer à tona memórias e acontecimentos ligados ao histórico de crimes envolvendo Sidney Prescott. Diante da nova ameaça, a personagem precisa enfrentar novamente o passado e, ao mesmo tempo, tentar proteger a filha e lidar com as tensões dentro da própria família. O filme segue em exibição nos cinemas.






