Da Redação
A dor da perda ainda é recente, mas a mãe do adolescente goiano Rodrigo Castanheira, de 16 anos, decidiu falar publicamente sobre o caso que chocou o país. Em um desabafo marcado por tristeza e indignação, ela afirmou que o silêncio que manteve até agora foi consequência do sofrimento vivido pela família desde a morte do filho.
Rodrigo morreu depois de passar 16 dias internado em estado gravíssimo, após ser agredido durante uma briga na saída de uma festa em Vicente Pires, no Distrito Federal. Segundo as investigações, o conflito começou após um desentendimento considerado banal e terminou com uma sequência de agressões que causaram traumatismo craniano no adolescente.
De acordo com relatos da família, o jovem era conhecido pelo jeito tranquilo e pelo carinho com amigos e parentes. A mãe afirma que ainda tenta entender como uma discussão aparentemente simples terminou em uma tragédia que mudou completamente a vida de todos ao redor.
“É muito difícil falar. A dor é enorme. Meu filho era tudo para mim”, teria relatado, ao comentar o silêncio que manteve desde o início do caso. A família segue mobilizada em busca de justiça e diz esperar que a responsabilização do agressor traga algum conforto diante da perda irreparável.
O acusado pelas agressões é o ex-piloto Pedro Turra, de 19 anos. Ele foi preso após o episódio e atualmente responde ao processo por homicídio doloso, quando há intenção de matar.
O caso continua sob investigação, enquanto familiares e amigos mantêm homenagens e manifestações nas redes sociais em memória de Rodrigo, lembrado como um jovem cheio de planos interrompidos de forma violenta.






