RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Um dos casais com maior aprovação (e torcida) do público que assiste a “Três Graças” é formado por Gabriela Medvedovski (Juquinha) e Alanis Guillen (Lorena).
Gabriela estava no camarote Folia Carioca esperando o início do desfile da Imperatriz Leopoldinense, que este ano homenageia Ney Matogrosso, e falou sobre a importância do cantor na cultura e na luta pelo respeito à liberdade sexual no país.
“Eu sou muito fã dele, tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente depois de um show em São Paulo fiquei tão emocionada que até chorei”, disse.
Para Gabriela, o mais admirável na trajetória de Ney (que minutos depois foi ovacionado pelo público do Sambódromo) é o fato de ele ter sido sempre fiel aos seus princípios, ao que acreditava. “É um precursor, um transgressor, sempre genuíno e verdadeiro”
Verdadeiro também é um adjetivo usado por ela para falar sobre o amor de Juquinha e Lorena na novela. Para a atriz, o casal caiu nas graças dos espectadores justamente por ter normalizado a rotina de duas pessoas apaixonadas -que vão ao cinema, se beijam, passeiam falando bobagens. Duas mulheres.
É algo que na TV brasileira ainda era inédito até “Três Graças” ir ao ar.
“Eu lembro muito de um dia em que estava gravando, foi bem no início. Era a cena do primeiro beijo, estávamos no carro eu, a Alanis (Guillen) e a nossa diretora Naína de Paula E ela virou pra gente e falou: vocês estão fazendo história. Naquele momento eu entendi. É histórico mesmo. Eu fico muito feliz”.



