RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Ao som do frevo Vassourinhas, Camila Pitanga chegou ao Copacabana Palace lisonjeada com o título de rainha do tradicional baile do hotel.
Foliã de carteirinha, ela lembrou ter desfilado pouquíssimas vezes na Sapucaí, mas deixou no ar a possibilidade de estar na avenida neste domingo na Acadêmicos de Niterói, escola que vai contar a trajetória do presidente Lula.
“O meu pai vai desfilar, claro, e quem sabe eu desfilo também. Vamos fazer um suspense! Não vou entregar”, brincou a atriz, que opinou sobre a polêmica do enredo. “Na verdade é uma homenagem, né? O Lula tem que ser celebrado. Eu acho que ele tem uma história fantástica. É o meu presidente, é o nosso presidente. E eu celebro o Lula, Luiz Inácio Lula”.
Camila lembrou que já foi rainha de bateria da Estácio de Sá nos anos 1990. “Eu tinha uns 17 anos. Fui aos ensaios com o meu pai (Antônio Pitanga) e viram que eu tinha samba no pé e me convidaram”, conta. “Como eu não tinha dinheiro, usei um maiô lindíssimo que tinha sido da Luiza Brunet. Acho que ela não sabe disso, mas foi incrível. Uma das maiores emoções da minha vida”.
Ela também falou sobre Beleza Fatal 2. “Não sei muita coisa, não. Mas eu confio no Raphael Montes e toda a equipe. Estou super dentro”.



