SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A Colorado do Brás foi a segunda escola a atravessar o Sambódromo na primeira noite de desfiles em São Paulo.

A escola apresentou o samba-enredo “A Bruxa Está Solta – Senhoras do Saber Renascem na Colorado”. A escola abordou temas como ancestralidade e magia para “desmistificar a história das bruxas.”

Talita Guastelli, bailarina profissional, estreou como rainha de bateria da Colorado do Brás. Sambando de sapatilha na ponta dos pés, ela veio representando as “rainha das bruxas” ao lado da irmã, a princesa de bateria Sthefany Guastelli.

Fabi Bang, que interpretou a bruxa Glinda na montagem de “Wicked no Brasil”, atravessou a avenida com a escola. Ela foi caracterizada como a própria personagem ao lado de Silvetty Montilla, que representou Elphaba, a Bruxa Má do Oeste, protagonista da peça.

Outras bruxas da cultura popular, como a lenda de Matinta Pereira e a “Bruxa de Blair”, fizeram parte do desfile. A Bruxa do 71, de “Chaves”, a Cuca, de “Sítio do Pica-Pau Amarelo” e Úrsula, de “A Pequena Sereia”, também estavam em um carro alegórico dedicado às bruxas da ficção.

A escola apresentou alas representando a religião wicca e “Gaia”, a “Mãe-Terra”. O objetivo era, além de homenagear as bruxas, saudar a força feminina.

A Colorado do Brás encerrou o desfile dentro do tempo máximo. Sem correria, a escola passou pelos portões tranquilamente, com minutos de sobra.