O estado de Goiás desencadeou o ano de 2026 com um desempenho econômico bastante vigoroso, registrando a criação de 22.193 novas empresas em janeiro, conforme dados divulgados pela Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg).

Desse total, 17.784 cadastros correspondem a microempreendedores individuais (MEIs), perfil que representa a parcela mais expressiva dos novos negócios. As demais 4.409 aberturas referem-se a empresas de pequeno, médio ou grande porte, incluindo 178 negócios que declararam capital social superior a R$ 500 mil, totalizando mais de R$ 855 milhões apenas nesse grupo. Considerando todas as categorias, o capital social declarado ultrapassou R$ 1,1 bilhão em investimentos iniciais.

Segundo o presidente da Juceg, Euclides Barbo Siqueira, começar o ano com esse volume de registros é um sinal de confiança dos empreendedores no potencial da economia goiana e contribui para projeções otimistas ao longo de 2026, principalmente quando comparado com meses isolados do ano anterior.

A capital Goiânia concentrou a maior parte dos CNPJs gerados no mês, respondendo por cerca de 30,8% dos novos empreendimentos. Outras cidades como Anápolis, Aparecida de Goiânia, Rio Verde e Senador Canedo também se destacaram no ranking de aberturas não-MEI.

Além disso, o levantamento mostra a participação de sociedades com sócios estrangeiros, com cidadãos de 12 países diferentes, incluindo China, Estados Unidos, Japão e Itália, entre os empreendedores que investiram no estado em janeiro.

Esses números refletem a continuidade de um ambiente favorável à instalação de novos negócios em Goiás, que em anos recentes tem registrado crescimento consistente no número de empreendimentos criados por investidores locais e de fora do Brasil.