Da Redação
Uma tempestade de inverno excepcionalmente intensa cobriu grande parte dos Estados Unidos nos últimos dias, deixando um rastro de destruição e dificuldades por onde passou. O fenômeno, que atingiu cerca de dois terços do país, resultou em mortes, interrupções no fornecimento de energia e milhares de voos cancelados, além de temperaturas extremamente baixas que não eram registradas desde 2014.
Autoridades americanas confirmaram pelo menos 30 vítimas fatais em decorrência do evento climático, incluindo casos relacionados à hipotermia, acidentes com veículos nas estradas cobertas de neve e incidentes envolvendo equipamentos de remoção de neve.
A tempestade se estendeu por uma faixa que vai do sul até o nordeste do país, deixando centenas de milhares de casas e comércios sem eletricidade, especialmente no sul dos EUA, onde as quedas de energia foram intensificadas pelo gelo acumulado nas linhas elétricas.
No setor de transporte, o impacto também foi severo: milhares de voos foram cancelados ou adiados desde o fim de semana, causando atrasos nos principais aeroportos e afetando a mobilidade de milhões de passageiros em plena temporada de inverno.
Cidades como Nova York viram o acúmulo de neve chegar a níveis raros para os padrões locais, com escolas públicas fechadas e aulas migrando para o formato remoto por causa das condições climáticas perigosas.
Os serviços meteorológicos dos EUA alertaram que as temperaturas continuarão perigosamente baixas nos próximos dias, com risco de novas precipitações e mais frio extremo, intensificando os desafios para as equipes de resgate e manutenção da infraestrutura.
Essa nevasca histórica destaca os impactos dramáticos que eventos climáticos severos podem ter em um país com estruturas críticas de transporte e energia, forçando autoridades e comunidade a lidar com um inverno rigoroso e prolongado.






