Da Redação

Em uma coletiva realizada nesta segunda-feira (19), o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e o vice-governador Daniel Vilela destacaram que a política de segurança pública do estado será mantida sem interrupções na próxima gestão, reforçando a continuidade dos programas e avanços já implementados. 

Caiado, que apresentou o balanço dos indicadores criminais de 2025, ressaltou que a transição do governo prevista para abril — quando ele deve deixar o cargo para concorrer a outro posto e Vilela assume — não trará mudanças bruscas nas ações de combate à criminalidade. O governador argumentou que o vice já participa da coordenação das políticas públicas há anos, o que, segundo ele, cria uma base sólida para a continuidade administrativa no setor. 

Compromisso com a valorização das forças de segurança

Por sua vez, Daniel Vilela afirmou que continuará investindo na valorização dos profissionais de segurança de Goiás, com foco em reconhecimento e remuneração adequados para policiais e demais servidores da área. 

Ele destacou que o Estado já possui um plano de cargos e salários considerado avançado, mas que ainda há espaço para melhorias. Vilela afirmou que dialoga frequentemente com representantes das forças de segurança para identificar medidas que possam ser anunciadas ainda em 2026, reforçando a motivação e o reconhecimento daqueles que atuam na linha de frente do combate ao crime. 

Contexto e impacto das políticas de segurança

Os indicadores de criminalidade em Goiás mostraram queda contínua em 2025, reflexo de políticas implementadas ao longo dos últimos anos e que colocaram o estado entre os mais seguros do país segundo dados oficiais.  Essa trajetória de redução de índices e de foco na valorização dos profissionais de segurança tem sido enfatizada tanto por Caiado quanto por Vilela como pilares centrais do modelo de gestão estadual, que também busca fortalecer outras áreas como infraestrutura e serviços públicos. 

A mensagem dos líderes goianos foi clara: há um compromisso em manter a estabilidade das ações de segurança pública e aprofundar avanços em políticas salariais e de reconhecimento da tropa, com vistas a assegurar tranquilidade à população mesmo com a mudança de comando no Executivo a partir de abril.