Da Redação
O cinema nacional voltou a ganhar protagonismo nas salas de exibição com o sucesso de “O Agente Secreto”, longa dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura. Desde a estreia, o filme já ultrapassou a marca de R$ 50 milhões em arrecadação global, somando resultados no Brasil e no exterior, e se firmou como uma das produções brasileiras mais rentáveis dos últimos anos.
No mercado nacional, o desempenho foi expressivo. O longa liderou a bilheteria entre os filmes brasileiros de 2025, alcançando mais de R$ 27 milhões em receita e superando a marca de um milhão de espectadores. A recepção positiva do público e da crítica contribuiu para a manutenção do filme em cartaz por várias semanas, algo cada vez mais raro no circuito comercial.
Fora do país, “O Agente Secreto” também teve boa aceitação. Exibido em festivais internacionais e lançado comercialmente em alguns mercados estrangeiros, o longa arrecadou cerca de US$ 4,6 milhões, reforçando o interesse internacional por produções brasileiras com forte identidade autoral.
Ambientado em um contexto político tenso e com narrativa marcada por suspense e crítica social, o filme acompanha a trajetória de um personagem envolvido em jogos de poder e espionagem. A atuação de Wagner Moura tem sido apontada como um dos pontos altos da produção, ao lado da direção precisa e do roteiro consistente.
Especialistas avaliam que o desempenho de “O Agente Secreto” representa um momento importante para o audiovisual brasileiro, mostrando que é possível unir reconhecimento artístico e retorno comercial. O resultado também reacende o debate sobre a valorização do cinema nacional e o fortalecimento de políticas de incentivo à produção cultural.






