Da Redação
A rodovia estadual GO-108, que cruza parte importante do Nordeste goiano, passou a ser oficialmente conhecida como Rodovia Governador Maguito Vilela após a publicação da Lei nº 24.009 no Diário Oficial do Estado no final de dezembro de 2025. A mudança entra oficialmente em vigor neste início de 2026 e foi motivada por um pedido de autoridades e lideranças municipais para reconhecer o legado do ex-governador e político Maguito Vilela.
Homenagem e significado
A proposta de renomear a via foi apresentada pelo deputado estadual Issy Quinan (MDB) e aprovada pela Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). A iniciativa também contou com apoio do prefeito de Guarani de Goiás, Janézio Pereira da Silva (MDB), que destacou o papel de Maguito na pavimentação de trechos importantes da rodovia quando ainda não havia ligação asfaltada entre municípios como Guarani e Posse.
Segundo a justificativa da lei, a escolha da GO-108 para receber o nome do ex-governador carrega um forte simbolismo para o estado, pois não apenas representa um eixo de integração regional, mas também serve como porta de entrada para destinos naturais e turísticos de grande relevância, como o Parque Estadual da Terra Ronca.
A trajetória de Maguito Vilela
Natural de Jataí (GO), Maguito Vilela construiu uma extensa carreira na vida pública, ocupando diversos cargos ao longo de décadas — entre eles vereador, deputado estadual e federal, senador, vice-governador, governador e prefeito de importantes cidades goianas. Ele também foi eleito prefeito de Goiânia em 2020, mas faleceu em janeiro de 2021 em decorrência de complicações da Covid-19.
Implicações regionais e turísticas
A GO-108 é considerada uma rota estratégica para o turismo ecológico e de aventura, ligando Guarani de Goiás ao Parque da Terra Ronca, um dos mais conhecidos destinos naturais do interior do estado. A pavimentação e conservação da estrada ao longo dos anos contribuíram para facilitar o acesso, impulsionar a economia local e fortalecer o setor turístico na região.
A mudança de nome reflete, para seus proponentes, uma forma de valorizar histórias de serviços públicos que transformaram a malha viária local e ampliaram oportunidades econômicas e sociais para a população goiana.






