Da Redação
Uma declaração recente do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a colocar sua saúde no centro das atenções da imprensa internacional. Em entrevista ao Wall Street Journal, ele afirmou que faz uso diário de uma dose de aspirina acima do que costuma ser indicado de forma padrão por médicos.
Segundo Trump, o medicamento é consumido como medida preventiva para o coração. Ele explicou, de maneira informal, que acredita que a aspirina ajuda a manter o sangue mais “fino”, o que, em sua visão, favoreceria o funcionamento do sistema cardiovascular. A fala foi acompanhada de comentários pessoais, típicos do estilo do presidente, ao questionar se sua lógica “fazia sentido”.
O médico da Casa Branca, Sean Barbarella, confirmou ao jornal que Trump toma 325 miligramas de aspirina todos os dias. A dose é superior à considerada baixa, que geralmente gira em torno de 81 miligramas e costuma ser recomendada para prevenção de eventos como infarto e AVC em pessoas mais velhas. Especialistas, no entanto, costumam alertar que o uso contínuo e em doses elevadas pode provocar efeitos colaterais, como hematomas e maior risco de sangramentos.
Nos últimos meses, imagens de Trump com marcas visíveis nas mãos e registros em que ele aparece de olhos fechados durante compromissos oficiais alimentaram especulações sobre seu estado de saúde. O presidente atribuiu os hematomas à combinação entre o uso da aspirina e os frequentes apertos de mão em eventos públicos. Já os episódios em que pareceu cochilar foram explicados como momentos de relaxamento.
A Casa Branca também esclareceu que exames realizados anteriormente tiveram caráter preventivo e não apontaram qualquer anormalidade. Apesar disso, o tema segue despertando interesse e questionamentos, sobretudo pelo fato de Trump ser o presidente mais velho a assumir o cargo nos Estados Unidos.





