SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Quando Hernán Crespo estreou no comando do São Paulo, o Departamento Médico do Tricolor contava com quatro jogadores. Hoje, o número é de nove.

No duelo contra o Flamengo, o clube do Morumbis tinha somente quatro desfalques por lesão: Luiz Gustavo, Calleri, Lucas Ferreira e Lucas. Desses, Lucas Ferreira e Lucas viviam expectativa por retorno rápido.

Já no jogo seguinte, o São Paulo perdeu Ryan Francisco para uma lesão gravíssima. O jovem rompeu ligamento cruzado do joelho e só volta em 2026.

Depois, 12 dias após a estreia de Crespo, foi a vez de Oscar e Lucca ampliarem a lista do DM. Naquele momento, os desfalques chegavam a seis, com Luiz Gustavo, Calleri, Lucas, Ryan, Oscar e Lucca.

O número aumentou no início de agosto, dia 3, quando Wendell e Rodriguinho desfalcaram o time contra o Internacional. Lucca havia deixado o DM naquela semana, enquanto Rodriguinho sairia já na próxima partida.

Uma semana depois, no dia 9, Arboleda aumentou a lista. Naquele momento, os desfalques eram seis: Luiz Gustavo, Calleri, Ryan, Oscar, Wendell e Arboleda.

Alisson foi mais uma para a conta no jogo contra o Atlético Nacional no Morumbis. Logo depois, contra o Atlético-MG, Lucas aumentaria a contagem para oito.

Com as duas lesões no jogo contra o Galo, de Marcos Antônio e André Silva, o Tricolor chegou a dez jogadores lesionados. Mas Wendell foi relacionado contra o Cruzeiro, o que diminuiu os desfalques para nove, ainda assim mais do que o dobro do que Crespo tinha no início de seu trabalho.

A maioria das lesões não é de ordem muscular, mesmo com o São Paulo tendo atuado 13 vezes nesse espaço de tempo. Somente Wendell, Arboleda e Marcos Antônio tiveram problemas musculares, enquanto a maioria dos demais passou por problemas ligamentares.