SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O lateral Khellven foi apresentado nesta sexta-feira (8) e já se colocou à disposição para atuar no domingo, às 16h (de Brasília), contra o Ceará, no Allianz Parque, pelo Brasileiro.
Estou à disposição, e ansioso para isso [estrear pelo Palmeiras]. Que já aconteça essa estreia no domingo. Khellven, lateral do Palmeiras
“Hoje em dia, o futebol pede um jogador mais completo, que seja bem defensivamente e bom no ataque também, e estou preparado em todos os sentidos para jogar. […] Em relação à disputa por posição, venho para ajudar o Palmeiras. Estou estou à disposição do professor Abel no que precisar, seja um pouco mais a frente como o Mayke fazia ou um pouco mais atrás, como o [Marcos] Rocha faz. Vai ser uma uma disputa sadia, um pouco de dor de cabeça para o professor Abel.”
Khellven já está regularizado e participou de todo o treinamento desta sexta-feira. Ele vestirá a camisa 12 alviverde.
O QUE MAIS KHELLVEN FALOU
Cobrança após queda na Copa do Brasil: “Sempre vai ter cobrança em um clube grande. A gente entende a torcida. Trabalhamos no dia a dia para isso, mas, infelizmente, a classificação não veio. Estava no estádio torcendo pelos meus companheiros. E o mais importante é chegar aqui hoje e ver a vontade de todos em treinar mais, se dedicar mais para no domingo já dar uma resposta”.
Buscar títulos: “Depois da eliminação, todo mundo ficou triste, mas futebol é assim, infelizmente aconteceu essa eliminação, mas temos mais duas competições importantíssimas pela frente, que temos totais condições de buscar os títulos das duas, Vamos trabalhar firme para buscar essas duas competições”.
Proposta do Palmeiras: “Quando o clube fez o primeiro convite, eu não duvidei [em vir]. Não tem como recusar. Após dizer o “sim”, eu conversei com o Maurício, com o Vitor Roque, também com o Bruno Rodrigues. Me falaram coisas muito boas. Passei uma semana lá [na Rússia] muito ansioso para vir logo, conhecer o clube, meus companheiros. E estou muito ansioso para jogar, já fazer minha estreia. Fui muito bem recebido aqui”.
Volta ao Brasil ao invés de ficar na Europa: “Simplesmente porque era o Palmeiras, um gigante. Eu precisava disso, de um grande desafio, da responsabilidade de vestir essa camisa. Estou pronto e preparado”.
Grafia do nome: “Já tive essa conversa com a minha mãe, até hoje não entendi por que o nome ser dessa forma. Mas tá tranquilo, logo vocês se acostumam”.
Bagagem do futebol russo: “É um futebol de bastante contato. Fui muito novo para lá e evolui muito mentalmente e fisicamente. Aqui também vou aprender e evoluir muito com grandes jogadores como o Marcos Rocha e o Giay. Volto um pouco mais maduro e pronto para esse desafio”.