RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – A primeira convocação de Carlo Ancelotti na seleção brasileira também foi um evento político. Não só pela presença das federações, mas porque a ausência de parte dos clubes espelhou o contexto da eleição que levou Samir Xaud à presidência da CBF.

Quatro clubes da Série A foram representados de alguma forma: Vasco, Grêmio, Palmeiras e Botafogo.

Eles fizeram parte da base de apoio a Samir, quando a maioria dos clubes ainda subscrevia a candidatura frustrada de Reinaldo Carneiro Bastos.

A primeira convocação de Carlo Ancelotti na seleção brasileira também foi um evento político. Não só pela presença das federações, mas porque a ausência de parte dos clubes espelhou o contexto da eleição que levou Samir Xaud à presidência da CBF.

Quatro clubes da Série A foram representados de alguma forma: Vasco, Grêmio, Palmeiras e Botafogo.

Eles fizeram parte da base de apoio a Samir, quando a maioria dos clubes ainda subscrevia a candidatura frustrada de Reinaldo Carneiro Bastos.

Em alguns casos, como o Ceará, o clube até apareceu para votar no domingo, amenizando a rusga política. Mas compromissos impediram a presença no Rio por mais um dia.

A aproximação aos clubes é um dos principais itens da agenda de Samir Xaud para o início da nova gestão. Ele sinaliza com mudanças no calendário e implementação do fair play financeiro.

Mas o item mais complexo é como se dará a atualização do estatuto da CBF, no trecho que aborda o peso dos clubes na eleição da entidade — em detrimento do domínio dos votos das federações no somatório total.